Inspiracao_de_cores_para_fachadas_escolares

Fachadas escolares: Inspiração de Cores

Que tal um artigo de inspiração de cores para fachadas escolares? Ainda de sobra nós vamos falar sobre os efeitos psicológicos das cores.

Qual é a sua cor preferida? Sabia que em números mundiais, mais de 60% das pessoas escolhe o azul?! E o que tudo isso tem em relação a inspiração de cores para fachadas escolares? Tudo!

As cores da fachada passam uma mensagem, então, você precisa ter atenção ao escolher essa cor, para poder selecionar uma mensagem condizente.

Mas não tenhamos pressa, vamos começar resumindo o que cada cor significa para depois sugerir ideias de como utilizá-las na fachada da sua escola? O que acha? Topa?

Prometemos que o artigo levará menos de 5 minutos, é só o tempo de respirar fundo antes de continuar com as tarefas do dia.

O rosa é ótimo para ser utilizado nas cores para fachadas escolares

A cor rosa está muito associada à ternura, a ingenuidade, aos traços infantis de descoberta, ainda mais quando consideramos um rosa bem claro. Um rosa dá sensação de conforto, paz.

Contudo, quando utilizado em tons mais fortes e vivos (principalmente com o auxílio do vermelho e do amarelo) o rosa pode ganhar dinamismo, sendo uma cor algumas vezes até agressiva aos olhos.

O segredo para conseguir dosar bem o rosa é considerar que essa cor diz muito sobre a infância. Está focada no imaginário infantil sobre os sonhos e a ternura. Sim, não dá para escapar, o rosa também está associado ao feminino, mas a presença da cor não precisa ser necessariamente destinada ao público de meninas.

Verde em fachadas escolares

Deseja passar juventude e vitalidade? Use a cor verde na sua fachada escolar

Verde é a cor escolhida para simbolizar a vida. Como ela remete diretamente à natureza, a cor verde está intimamente ligada aos sentimentos de inovação, crescimento, juventude e vitalidade.

Por conta da colheita, campos verdes são símbolos de bons presságios, sendo assim, caiu no gosto popular dizer que o verde é a cor da esperança. Afinal de contas, a fartura é verde.

Não é atoa que o dinheiro (em muitos países) têm o verde como cor principal. O verde também é a cor escolhida para representar notas independente da moeda.

Utilizar a cor verde na fachada escolar irá englobar todos esses significados, é uma cor ótima para quem pretende criar uma comunicação preocupada com o meio ambiente.

vermelho em fachadas escolares

Use o vermelho para carregar a fachada escolar de energia

O vermelho é a cor da ação, a cor do impulso. Ele aparece em sinais de trânsito, placas comerciais, graças ao seu aspecto quente, o vermelho é o preferido para instigar. Botões são vermelhos, sinais de emergência, etc.

Para tirar proveito dessa intensidade da cor vermelha é importante que a equipe responsável pela fachada tenha um objetivo específico em mente, ou a cor poderá cansar – (até estressar) o observador.

A grande vantagem do vermelho é que ele chama atenção. Uma fachada vermelha certamente irá ganhar destaque na rua. Além de tudo, ele também é perfeito para fisgar a memória. É fácil lembrar-se da cor vermelha.

amarelo em fachadas escolares

Alegria e otimismo nas fachadas escolares: use a cor amarela na fachada escolar

O amarelo também está associado ao dinamismo, contudo, diferente do que acontece com a cor vermelha, a utilização do amarelo pode ser usada de maneira menos agressiva. A cor amarela está ligada ao otimismo, e as razões estão muito ligadas ao que nós falamos sobre a cor verde.

Se os campos fartos são a esperança, a causa da fartura é a alegria. Pense bem, o sol é responsável por trazer calor e também por fazer as plantas crescerem, sendo assim, está no nosso inconsciente coletivo agradecer ao amarelo pelos bons tempos.

Amarelo é a cor dos criativos, diversos pintores utilizaram o amarelo em suas pinturas. Entre eles um gigante da arte como Vincent Van Gogh. Inspire-se com a cor amarela e deixe a sua fachada escolar vibrante.

laranja em fachadas escolares

Você pode dosar o vermelho com o amarelo utilizando a cor laranja

Literalmente a mistura do vermelho com o amarelo, a cor laranja busca associar as qualidades das duas anteriores. Ela também está relacionada à criatividade e ao dinamismo, contudo, o laranja está mais presente em inspirações de verão.

Fugindo um pouco da narrativa das plantações e do sol, o laranja é visto representando calor, alegria, energia e vibrações positivas. Uma cor realmente jovem, perceba como ela é utilizada em produtos como: roupas, refrigerantes, etc.

Para a utilização em fachadas escolares é importante que a equipe responsável saiba aplicar o laranja sem excessos. Assim a escola não perderá a caracterização e a fachada ganhará força.

azul em fachadas escolares

Use o azul em fachadas escolares e tenha muitos significados ao mesmo tempo

Mundialmente conhecida como a cor da tranquilidade, da harmonia e também da serenidade, a cor azul é ótima para representar a infância. Pense em todos os elementos que são representados em azul: céu, nuvens, o mar, isso para citar apenas alguns.

No passado, a cor azul foi associada à realeza, tornando as roupas e os itens de decoração azuis valiosos bastante procurados.

É uma cor que estimula a criatividade, sem que seja tão agressiva quanto o vermelho ou o laranja. A cor azul ainda é conhecida por trazer paz, estudos mostram que a utilização do azul pode inclusive diminuir a ansiedade e o estresse.

paleta de cores fachadas escolaresPara planejar o uso das cores nas fachadas escolares

O ideal é que você procure utilizar uma mistura de cores para pintar a fachada da sua escola. Na dúvida, procure um escritório de arquitetura, uma equipe de profissionais poderá resolver as questões de cores com segurança.

Gostou do assunto? Compartilhe a publicação nas suas redes sociais.

Deixamos o convite para que você acompanhe o nosso blog. Somos apaixonados por arquitetura e para nós é um prazer ensinar você tudo o que sabemos sobre o assunto.

Quer saber mais sobre fachadas escolares? Entre em contato conosco, nós podemos tirar todas as suas dúvidas.

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Sala Maker – um projeto para a sua escola

Hoje nós vamos analisar o que é preciso para elaborar um projeto de Sala Maker na sua escola

Sua escola está acompanhando as transformações do mercado? Aposto que você já percebeu como os alunos (e os pais) estão muito mais interessados na interatividade das tarefas escolares. Interatividade reflete em grande medida o conceito de Sala Maker.

Hoje nós queremos conversar sobre essa nova tendência. O nosso objetivo é contextualizar para você quais são os benefícios de adotar uma Sala Maker na sua escola e como ela será importante para o desenvolvimento dos seus alunos.

Muito mais do que mostrar projetos inspiradores, queremos que você compreenda as razões que fazem desta nova metodologia um sucesso.

Quanto tempo precisaremos? Menos de 5 minutos, é o nosso compromisso.

O que acha, quer aprender sobre Sala Maker?

O que é a tal interatividade da Sala Maker?

Esse termo guarda-chuva pode ser utilizado para diversas situações, contudo, hoje falaremos dele como a capacidade dos alunos de adquirirem conhecimento por meio da experiência. Em resumo: que os estudantes possam colocar a mão na massa.

Como a interatividade está transformando as escolas e qual é a relação da Sala Maker?

A interatividade moderna não está transformando apenas as escolas, em realidade, todas as nossas relações sociais estão completamente diferentes. Faça um teste: você certamente resolveu problemas hoje, quais foram as ferramentas utilizadas na resolução? Como você resolveria os mesmos problemas, digamos, há 10 anos?

“O Maker trabalha com isso: o espírito maker faz uso das novas possibilidades para encontrar respostas melhores aos problemas do cotidiano.”

Neste cenário, o papel da Sala Maker é formar uma geração de futuros makers. Ou seja, pessoas que tomem atitudes criativas para a solucionar os problemas do futuro.

A Sala Maker pode ser considerada um passo extra em direção ao desenvolvimento dos alunos. Ela segue uma linha de evolução natural: a tecnologia aumentou as possibilidades na educação e a Sala Maker é a materialização dessa tendência. Um espaço para que os alunos possam interagir e criar com a tecnologia.

 

A Sala Maker vende imaginação

Se a tendência aponta para que cada vez mais os dispositivos tecnológicos sejam utilizados em salas de aula — até o próprio conceito de sala de aula está se transformando — então é preciso repensar toda a arquitetura escolar.

Desenvolver uma Sala Maker é um passo para que você entre em contato com esse novo universo de ensino.

Ao dizer que na sua escola você tem um espaço de Sala Maker, você estará dizendo “na nossa escola, nós prezamos a imaginação dos alunos”. Afinal, é exatamente isso que o espiríto maker defende, o uso e a valorização da imaginação.

Qual é a idade ideal para utilizar uma Sala Maker

Podemos dizer que não existe uma idade mínima para que os alunos possam participar da sala. Tudo depende da aplicação e dos objetos de ensino utilizados em cada sala.

Claro que algumas atividades com microcomputadores, por exemplo, exigem que os alunos tenham idades maiores, contudo, é possível elaborar uma Sala Maker para todas as idades.

A grande jogada dela é criar um espaço multidisciplinar. Com a orientação dos professores, os alunos aprenderão sobre todas as disciplinas e técnicas de estudo.

Atividades da Sala Maker na prática

Sabemos quais são as vantagens e os objetivos da Sala Maker na teoria, mas como ela funciona na prática? Você deve estar pensando: o que eu preciso colocar na minha escola para construir uma?

Bancadas e ferramentas, como trabalhar na Sala Maker

O modelo mais básico de Sala Maker funciona com uma bancada central e as ferramentas  dispostas nas paredes da sala. Desse modo, os alunos irão trabalhar uns ao lado dos outros, ao mesmo tempo em que precisam movimentar-se pela sala.

Esse modelo relativamente simples pode ser implementado em praticamente qualquer escola. Temos certeza de que você tem um espaço aí que pode ser separado para a construção de uma Sala Maker.

Lições que podem ser aprendidas

Ensinar sobre cooperação

Uma ótima maneira de ensinar o conceito maker aos seus alunos é criar um ambiente de cooperação. Utilize a sala  para que eles possam construir algo juntos.

Essa experiência aumentará a capacidade dos alunos de dar e receber opiniões. Um professor estará presente para facilitar e incentivar o relacionamento entre os alunos.

Resolução de problemas

A sala pode ser utilizada para a resolução de um simples problema: como desenvolver um robô para amassar latinhas de alumínio, por exemplo.

Você verá que seus alunos descobrirão passos que não parecem óbvios para os adultos. Faz parte da magia, ver como a imaginação pode ser utilizada para a elaboração de diversas soluções.

Acostumar-se com o recomeço

Como você se sente quando comete um erro? Todos nós erramos e todos estamos constantemente procurando novos caminhos para que os erros antigos não sejam repetidos.

Ela será importante para que os seus alunos saibam trabalhar a capacidade de absorver os ensinamentos de um erro e seguir em frente. Nela os alunos farão muitas experiências, nem sempre as tentativas darão certo, o que resultará em ótimas oportunidades de aprendizagem.

Quer construir uma Sala Maker? Contrate um escritório de arquitetura

Agora que você já compreendeu quais são todas as vantagens e as aplicações dessa nova tendência, está na hora de saber como utilizá-la na sua escola.

O melhor caminho é procurar um escritório de arquitetura especializado em escolas e colégios. Assim você poderá ter tranquilidade de que os projetos serão bem elaborados e feitos com todo o cuidado.

Quer saber mais sobre o assunto? Entre em contato conosco. Estamos disponíveis para responder à todas as suas perguntas.

Deixamos o convite para que você acompanhe o nosso blog. Trazemos informações e novidades sobre arquitetura para escolas e quais são as tendências do mercado.

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Inovação escolar: conheça as principais tendências

O ano está começando com tudo no setor da inovação escolar. Vamos conversar mais sobre o assunto e você saberá quais são as tendências

Para você, o que é fazer algo diferente? Hoje nós queremos conversar sobre inovação escolar. Apresentaremos diversas tendências do mercado e você verá como as coisas estão se transformando de uma maneira muito – muito – rápida.

Mas o nosso intuito não é mostrar inovação escolar sem fundamento, a mudança apenas pela mudança. Nada disso, queremos mostrar como ela pode ser utilizada para transformar a educação e até a própria maneira que as escolas são projetadas.

Então pegue um café, separe 5 minutos do seu dia e veja só como as escolas estão se transformando pelo mundo, e como essa inovação é benéfica para todos.

Principais desafios da inovação escolar

Se nós lhe pedirmos para elaborar uma lista dos principais desafios dentro de uma sala de aula, o que você diria? Certamente, conquistar a atenção dos alunos estaria no topo do ranking.

E não é por menos, na verdade, a atenção é uma moeda escassa no mundo atual. Marcas estão disputando constantemente a nossa atenção, programas, músicas, séries.

Como fazer com que o aluno mantenha a concentração na aula, sem que para isso ele precise desligar-se do mundo exterior. Esse é o desafio da inovação escolar

Inovação escolar significa tecnologia com uso planejado

Sabendo do desafio, agora você já pode imaginar que a inovação escolar não se trata apenas do uso indiscriminado de dispositivos, celulares, computadores, Ipads, Tablets ou o que quer que seja.

Na verdade, a inovação escolar acontece quando o sistema de ensino é capaz de integrar o uso da tecnologia ao ato de ensinar: afinal, nós estamos falando de uma escola. Certo?

Quer conhecer um ótimo exemplo de inovação escolar, conheça a sala multimídia. Temos um artigo falando tudo sobre o assunto.

A Realidade Virtual como uma tendência de inovação escolar

Chegamos na Realidade Virtual, uma das tendências mais fortes em inovação escolar. Como ela funciona? Em resumo, a Realidade Virtual utiliza-se de óculos VR para que os alunos possam ingressar em um mundo programado para o aprendizado.

Por meio da Realidade Virtual é possível aos alunos visitarem, por exemplo, os maiores museus do mundo. Ou os grandes parques, uma estátua famosa. As possibilidades são incríveis, contudo, a aplicação exige certos cuidados.

O que a minha escolha precisa para utilizar a Realidade Virtual

Para utilizar a Realidade Virtual é preciso uma sala com espaço o bastante para que os alunos possam movimentar-se sem correrem o risco de esbarrar uns nos outros. Lembramos que os óculos VR aumentam a sensação de movimento.

Também é preciso que o piso e as paredes sejam feitos com forro macio, de modo que quando um aluno – ou professor – esbarrar na parede, ele não fique machucado.

Por fim, a rede elétrica também precisa ser considerada, muitos aparelhos de VR precisarão da tomada para carga.

Veja também como aumentar a popularidade da sua escola em 5 passos.

Espaços híbridos, chega de paredes

Outra inovação escolar está na disposição dos ambientes. Hoje é comum escolas que estão diminuindo – e muito – a separação dos ambientes feita com paredes. As salas de aula ganham assim formas mais orgânicas e a interação entre todos fica facilitada.

Ainda nessa linha de inovação, a biblioteca está deixando de ser um local separado, distante dos alunos. Estantes com livros estão sendo incorporadas no design geral dos cômodos, criando uma conexão muito maior dos alunos com a leitura.

Talvez seja o fim das salas de aula como conhecemos? Com carteiras enfileiradas e quadro negro à frente de todos? Talvez sim.

A inovação escolar abre as portas para a tecnologia

Qual era a relação dos seus professores com os aparelhos eletrônicos? Você já viu uma professora pegar o celular de um colega, ou até mesmo o Bipe – não precisa denunciar a idade – sabemos que isso aconteceu com todos nós.

Hoje, graças as tendências de inovação escolar, os professores estão muito mais abertos aos aparelhos eletrônicos.

O BYOD (Bring Your On Device), traga seu próprio dispositivo, veio para vingar todas as vezes que um professor jurou esconder o celular de um aluno, ou tirou àquela revista das mãos do colega de turma.

A palavra de ordem é a integração. Escola olhando para a sociedade e sociedade olhando diretamente para o sistema de ensino. Em nome da integração, os alunos podem levar para dentro da sala de aula seus tablets em paz e acelerar o processo de ensino.

Como implementar o BYOD na minha escola

Para permitir que os seus alunos possam trabalhar utilizando tablets e outros aparelhos, é fundamental que você tenha locais para que eles possam carregar os dispositivos. Armários (lockers) também são importantes, onde eles poderão guardar os materiais sem problemas.

Fundamental também é pensar em um ambiente com espaços abertos, lembrando que o sinal de Wi-Fi pode diminuir se encontrar muitas barreiras pelo caminho – como paredes, por exemplo.

Ou seja, se você quiser incorporar o BYOD na sua forma de atuar, lembre-se de que algumas mudanças pontuais serão necessárias.

Vai fazer as reformas necessárias? Não se esqueça de contratar um escritório especializado. 

Sala Maker, a transformação na brinquedoteca

A Sala Maker está incorporada às novas metodologias que entendem o ato de ensinar como algo para ser absorvido. Pense na Sala Maker como um espaço em que os alunos poderão construir aparelhos e objetos diversos.

Mas nada de cola branca e papelão. Estamos falando de computadores e aparelhos que são desenvolvidos para que os alunos possam criar verdadeiras máquinas. Por exemplo, Salas Makers são conhecidas pelas partidas emocionantes de futebol entre robôs.

As possibilidades de uma Sala Maker são enormes e essa inovação está ganhando espaço nas escolas. Já é possível participar inclusive de disputas nacionais entre os melhores robôs construídos pelos alunos.

Conheça as escolas renomadas que contam com todas as inovações.

Foram 4 tendências, mas a transformação é enorme

Concentramos o nosso artigo em apenas 4 das tendências de inovação escolar que estão acontecendo na educação. Contudo, o efeito dessas 4 mudanças está revolucionando tudo o que nós sabemos sobre ensino.

Esperamos que o nosso artigo tenha aguçado a sua curiosidade para saber mais sobre o assunto.

Deixamos o convite para que você acompanhe as nossas publicações. Amamos inovação e arquitetura, para nós é um prazer poder dividir tudo o que sabemos com você.

Quer implementar alguma das inovações citadas na sua escola? Entre em contato conosco, podemos transforar esse desejo em realidade.

pisos-para-escolas-como-escolher-o-certo

Pisos para escolas: como escolher o certo

Na hora de construir ou reformar uma escola é muito comum surgirem dúvidas sobre os melhores acabamentos de piso a serem aplicados. São tantas opções no mercado e tantas novidades que a decisão fica difícil e nem sempre é a mais acertada. Aprenda neste post como escolher os melhores tipos pisos para escolas.

Como qualquer outro ambiente comercial, as escolas precisam de pisos que sejam duráveis, tenham uma manutenção simples e que sejam esteticamente agradáveis. Entretanto, há um ponto a mais que não pode ser ignorado: a segurança, e se estamos falando de berçários e escolas de educação infantil a atenção a este ponto deve ser redobrada.

Diante de tantos detalhes e opções algumas dicas que facilitam a escolha de pisos para escolas:

1 – Analise a faixa etária das pessoas que utilizarão aquele espaço.

Pensar somente na estética pode ser um erro fatal na hora de escolher um piso. A idade dos alunos que frequentarão o espaço é um dos fatores que influenciam diretamente na hora da decisão de compra. Se estamos falando de bebês de até 3 anos os pisos que oferecem conforto ao engatinhar, rolar e iniciar os primeiros passos são os melhores. Quando falamos de crianças e adolescentes a resistência ao uso intenso e a facilidade de limpeza não podem ser esquecidas.

2 – Áreas externas precisam de pisos especiais.

No geral vemos mais dúvidas de gestores quando falamos de pisos para áreas externas. No mercado encontramos muitos pisos que se dizem antiderrapantes, mas que na verdade quando em contato com a água se tornam verdadeiras armadilhas.

Em playgrounds sempre indicamos os pisos de borracha (monolíticos ou em placa). Seu custo é um pouco mais elevado, mas tem grande durabilidade e segurança garantida.

Para áreas de circulação externa existem ótimas opções de porcelanatos e pisos cerâmicos de diversas cores e padrões. Para escolher um piso que realmente seja antiderrapante é importante ficar atento à classificação da ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas, que define onde cada revestimento pode ser utilizado de acordo com o seu desempenho.

Não acredite no que os vendedores te empurram e fuja dos pisos “antiderrapantes” que ficam nas pilhas de promoções em frente aos grandes Home Centers.

3 – Antes de comprar: orce e compare.

A compra por impulso pode ser o seu pior inimigo na hora da escolha do revestimento. Fazer um projeto antes garante que você tenha esgotado as possibilidades e facilita o seu processo de decisão.

Veja o produto. Ele realmente atende à todas as suas necessidades? Entenda como funciona a garantia e manutenção oferecidas pelo fabricante e pelo instalador.

Muitas vezes “excelentes oportunidades” podem camuflar pisos que não funcionam para o que você precisa. Muitos pisos que parecem bons e bonitos podem ter baixa qualidade.

4 – Cuidado com a instalação.

É comum fazer a escolha certa do piso e depois sofrer por conta de uma instalação malfeita.

O profissional que for executar o serviço precisa saber como trabalhar com o material. Além de alertar para problemas futuros que possam acontecer por conta de uma base mal executada, ou de uma instalação feita fora do tempo correto, por exemplo.

Pisos assentados com colas a base de água não podem ser colocados em contrapisos ainda molhados, com o tempo eles descolarão e todo o investimento será perdido. Pisos rígidos pedem contrapisos firmes que não se esfarelem com o passar do tempo e causem a quebra das peças. Pisos de grandes formatos devem ser colocados sobre bases bem niveladas.

Estes cuidados garantes a durabilidade e a beleza dos revestimentos, bem como a segurança dos alunos, pais e funcionários.

Como todo o processo de compra a escolha dos pisos exige planejamento. Mais tempo analisando as necessidades da escola e possibilidades que o mercado oferece, economiza dores de cabeça e frustações futuras.

O auxílio de bons profissionais em todo o processo é muito importante. Livra o gestor de grandes ciladas, além de pegadinhas da moda.

Esse artigo da nossa arquiteta Claudia Mota foi postado primeiro na Direcional Escolas.

Quer ajuda do Ateliê para escolher o melhor piso para sua escola? Entre em contato conosco.

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5 passos para aumentar a popularidade da sua escola

Hoje nós vamos dar dicas práticas de como aumentar a popularidade da sua escola para iniciar 2019 voando!

Final do ano chegando e todos já estão ansiosos pelas férias. Enquanto todo mundo só pensa em se divertir, quem trabalha no ramo educacional sabe que o período de férias é quando são tomadas as decisões que vão impactar todo o próximo ano.

Sendo assim, nada melhor do que ter um roteiro com passos para aumentar a popularidade da sua escola. Afinal de contas, o novo ano está vindo aí e nele muitas oportunidades para o crescimento.

Hoje nós vamos conversar sobre 5 passos para você começar a colocar em prática hoje mesmo. Estamos certos de que eles irão aumentar a popularidade da sua escola. Acompanhe!

1º passo: cuide da fachada

Esse é definitivamente o primeiro passo. Não dá para prosseguir nas dicas se a sua fachada não colaborar com a experiência estética dos pais dos alunos. O que nós queremos dizer com isso? A fachada é a aparência da sua escola para o mundo exterior.

Por mais que todo o trabalho de marketing e das redes sociais estejam em dia, nada salva um prédio quando a sua fachada está descuidada. Lembre-se: os pais visitarão diversas escolinhas procurando o melhor lugar para os filhos.

A lembrança de um ambiente limpo, novo e moderno, será decisiva na hora deles tomarem uma decisão. Nós podemos te ajudar a reformar a fachada da sua escola!

2º passo: cuide das pequenas coisas

O que nós queremos dizer com as pequenas coisas? Um ventilador com defeito, uma janela trincada, uma lâmpada que não funciona direito. Todas essas coisas são exemplos de detalhes que podem causar uma impressão negativa.

Indo de carona com a primeira dica, cuidar das pequenas coisas é tão importante quanto cuidar da fachada. Nesse momento é preciso ser extremamente detalhista. Cada cantinho de mesa, cada porta descascada, cada parafuso fora do lugar; tudo deve ser notado e corrigido. Ou os pais certamente notarão e se lembrarão depois.

Sempre recomendamos que você tenha por exemplo uma Desentupidora 24 horas guardada na manga, você nunca sabe quando precisará. Aliás, se você trabalhar com um inspeção preventiva diminui muito a chance de parar a escola por problemas “pequenos”.

3º passo: invista nas redes sociais

Agora nós vamos conversar sobre como atrair clientes para a sua escola. Vocês estão presentes nas redes sociais? Uma boa dica é manter um blog com postagens e informações relevantes aos pais. Você pode dar dicas de como organizar os materiais dos filhos, ou os melhores produtos para tirar manchas do uniforme.

O importante é que a sua escola exista e seja ativa nas redes sociais. Afinal de contas, no mundo moderno, não estar presente nas redes é quase como não existir. O ideal é que sua rede social gere interesse e atraia pais para conhecerem seu espaço, método, diferenciais… E uma vez interessados, consiga mostrar que você é a melhor opção para o filho dele trabalhar.

Muitas vezes acreditamos que conseguimos fazer internamente todas as rotinas digitais, mas recomendamos muito a contratação de uma Agência de Marketing Digital com experiência e know-how para te ajudar na batalha das redes sociais e Google.

4º passo: revise sempre os seus contratos

Falando da parte mais técnica agora. É importantíssimo para uma instituição revisar regularmente os seus contratos, ou ao menos, ter um serviço jurídico confiável que faça isso. Você poderá encontrar oportunidades de negociação e chances de economizar dinheiro.

Diversos escritórios de direito educacional atuam no mercado nesse ramo e essa é uma prática que muitas vezes passa despercebida por quem cuida e gerencia escolas.

5º passo: invista na relação com os pais

Falando o português bem claro, quem são os seus melhores aliados? Evidentemente que são os pais dos seus alunos. Concorda?! Sendo assim, é importante que esses pais se sintam ouvidos, respeitados e acolhidos. Tenha o costume de fazer reuniões periódicas com eles, procure detectar problemas no funcionamento da sua escola e garanta que o relacionamento entre eles e a sua escola seja sempre o mais amistoso possível.

Festas no final do ano com brindes personalizados formam a receita perfeita para conseguir criar uma relação sólida de amizade. Aqui você pode investir em mochilas personalizadas, necessaiares, ecobags, pochetes… Além de tudo, os pais adoram tirar fotos e mais fotos para depois postarem nas redes sociais. É a sua escola ganhando o 3º passo de brinde.

É como nós dissemos no começo do artigo. As férias estão chegando e, o que pode ser um descanso para muitas pessoas, é o período crucial para as escolas.

Com esses 5 passos simples você será capaz de aumentar a popularidade da sua escola e verá o resultado surgindo em pouco tempo.

Gostou da conversa? Acompanhe as nossas publicações, estamos sempre trazendo novidades e dicas. Até breve!

atividades-sensoriais-para-bebes

5 Atividades sensoriais para berçário que estimulam os bebês

Bebês estão sempre em fase de desenvolvimento, sempre estão aprendendo com tudo ao seu redor. Atividades sensoriais são feitas para que bebês aprendam a ser mais sensíveis em relação à absorção de conhecimento. Conheça 5 atividades sensoriais que podem ser praticadas em berçários para ajudar a desenvolver os bebês.

Pesquisas recentes sugerem que o ambiente é muito influenciador no desenvolvimento da personalidade humana. Isso aponta uma necessidade muito grande de estimular o bebê positivamente em diversos aspectos, principalmente nos aspectos sensoriais.

É na primeira infância (do nascimento até mais ou menos 5 anos) que a criança absorve absolutamente tudo à sua volta, e o cérebro começa a fazer a maior parte das sinapses. E essa ativação de neurônios acontece justamente através da exploração dos 5 sentidos. Por isso, é muito importante considerar a criação de uma sala de estímulos para bebês quando se trata da criação de um berçário. O ambiente deve ser acolhedor e ao mesmo tempo instrutivo, com atividades sensoriais, para que as crianças se desenvolvam com muito carinho e amor.

1. Garrafas sensoriais

Garrafas sensoriais são uma ótima ideia para quem pretende realizar atividades sensoriais! Isso porque muitas vezes elas podem estimular muito mais que um, dois ou três sentidos! Para fazê-la é necessário apenas uma garrafa PET comum e brinquedos/objetos que sejam coloridos, barulhentos ou até mesmo gostosos de se tocar.  A atividade começa quando colocamos esses objetos dentro da garrafa, e a partir dai a imaginação é a melhor aliada para divertir o bebê. A garrafa pode ser usada de chocalho; pode surpreender o bebê com o surgimento de diversos objetos estranhos e divertidos; pode servir como aliada para o desenvolvimento psicomotor, enfim: uma grande quantidade de atividades a partir de uma só!

(foto do site www.tempojunto.com)

2. Bolas de algodão e papel contact

Outra atividade sensorial muito legal para os bebês é o uso de papel contact para que as crianças brinquem com bolinhas de algodão coloridas (vendidas em farmácias).  Para fazer é só colar o papel contact com fita adesiva na parede, com a cola virada para fora. Elas podem colar as bolinhas ao longo do papel contact, desmontá-las, montá-las novamente. Assim o bebê estimula seu tato, e sua visão. Uma ideia pode ser colocar o papel contact em uma altura que estimule os bebês à ficarem em pé.

(foto do site www.tempojunto.com)

3. Tamborzinho com latinhas de metal

O sentido auditivo também deve ser estimulado! Para isso é necessário apenas uma latinha de metal, como por exemplo as de leite em pó, chocolate em pó etc. Você pode explorar uma quantidade de grãos ou bolinhas para colocar dentro da lata e produzir barulho. Para finalizar a latinha, recomenda-se o uso de um bexiga cortada, de forma à usar o plástico, preso com uma fita crepe, para tampar a lata e trazer mais curiosidade ao seu bebê.

(foto do site www.tempojunto.com)

4. Quadro sensorial

Uma atividade sensorial que estimula bastante o tato é o quadro sensorial, que é bem simples de se fazer.  É preciso apenas alguma superfície mais concreta, como por exemplo uma parede, um quadrado de madeira ou papelão. A intenção é colar uma série de panos, tecidos e objetos com texturas diferentes e curiosas. Isso irá aguçar a curiosidade do bebê, que entra em contato com o brinquedo pela não familiaridade com os diversos tipos de textura. Em um berçário, a sala de estímulação para bebês deve ser inteira sensorialmente estimulante e cheia de texturas: desde os pisos escolhidos, os brinquedos até as paredes. Confira aqui como montar uma sala de estímulos com todos esses elementos!

(Quadro sensorial feito por Ali Leonard)

5. Caixa de surpresas

Uma brincadeira bem tradicional, que entretém os bebês há décadas. A caixinha de surpresas é uma atividade que envolve uma caixa, podendo ela ser de madeira, papelão, ou qualquer outro material, com furos e encaixes em diversos tamanhos. A tarefa do bebê se resume à colocar na caixa objetos que se encaixam nos buracos feitos, aprendendo a a ter noção de tamanho, forma. Outro aprendizado construído a partir dessa brincadeira é o mesmo da garrafa sensorial, pois o bebê aprende que mesmo não sendo possível ver determinados objetos, pois estão dentro da caixa, eles ainda existem.

(foto do site www.mildicasdemae.com.br)

 

As atividades sensoriais são muito importantes para a construção do ambiente do berçário. É nele que as crianças passaram suas tardes disponíveis, sendo necessário que elas se divirtam e trabalhem em suas atividades cognitivas. Esse é o papel fundamental de toda criança!

Abraços e até o próximo post!

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Sala multimídia: tecnologia na sala de aula

A tecnologia é um aspecto muito importante a ser abordado pelas escolas. Investir em inovação, progresso e desenvolvimento elevam sua instituição a outro patamar, colocando em primeiro lugar a qualidade da educação de seus alunos.

Uma sala multimídia é uma sala em que alunos se reúnem para utilizar computadores, tablets e lousas eletrônicas para potencializar seu aprendizado. O estudo se torna uma atividade dinâmica e o aluno se torna protagonista de seu conhecimento, podendo pesquisar e acompanhar dados passados em aula em tempo real.

Ao criar uma sala multimídia é importante trazer ao seu projeto aspectos atuais e modernos, que combinam com toda essa tecnologia implementada.

Essa foi uma reforma realizada pelo Ateliê Urbano que transformou completamente uma antiga sala de informática. Criando um ambiente muito mais moderno e inspirado pela inovação. Confira aqui o projeto.

1. Organização

O armazenamento dos computadores na sala multimídia foi ponto-chave para que os equipamentos ficassem protegidos e tivessem um local adequado. Foram instalados armários para guardar todo o material utilizado em sala de aula: óculos 3D, tabelets e notebooks.

Além disso, foi especificado um móvel que possibilita recarregar os equipamentos simultaneamente. Que podem ser carregados durante o tempo que a sala não estiver sendo usada, durante a noite, por exemplo.

2. Mesas

O modelo das mesas utilizadas pelos alunos possibilita que o layout da sala seja sempre mutável e flexível. Seu formato triangular permite a elaboração de diferentes combinações para que a sala seja o mais versátil possível, assim os estudantes podem se agrupar de diferentes formas. 

 

3.Marcenaria sob medida.

Criar um mobiliário específico é o que torna o espaço único. Neste projeto não foi diferente.

A grande sensação desta sala são estes espaços de leitura em forma de letra onde as crianças podem sentar, brincar, ler, interagir e utilizar os tablets. Ao lado, estantes foram projetadas pra o armazenamento de livros, reforçando a parceria entre o mundo digital e o mundo real. 

4. Projetor interativo

Uma grande novidade da sala multimídia foi a implantação de um projetor interativo. Um projetor interativo reconhece o uso das mãos e canetas especiais para que se possa brincar e desenhar. 

Os professores conseguem ter um grande aliado com este tipo de equipamento. A aula fica bem dinâmica e os alunos também podem utilizar o equipamento de forma muito fácil.

5.  Pisos apropriados para crianças

Neste projeto utilizamos dois pisos diferentes.

Na área das mesas, onde haverá maior movimento, o piso Paviflex da linha Natural da Coleção Thru (para conhecer mais sobre este piso clique aqui) foi o escolhido. Três cores diferentes foram utilizadas no desenho do piso, deixando o ambiente mais dinâmico, salientando a flexibilidade.

Na área de leitura escolhemos um carpete. Permitindo que os alunos fiquem descalços e possam até sentar no chão. O carpete em placas de 50×50 cm da Beaulieu da linha Equinox foi o que utilizamos.

Os dois pisos são colados sobre o contrapiso e tem uma instalação bem rápida. Garantindo um prazo curto de obra e uma excelente relação custo-benefício.

Esses foram os aspectos essenciais para a reforma da sala multimídia! Ela ficou muito bonita, não é mesmo? E o melhor: os alunos adoraram o resultado. Para conferir o resultado final da sala e mais aspectos da tecnologia nas escolas e salas de aula, confira aqui.

Abraços!

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Feira Bett Educar

A Bett Educar é o maior evento de educação e tecnologia da América Latina. Nela, mais de 200 empresas nacionais e internacionais, mais de 30 startups do setor e cerca de 17.000 participantes da comunidade educacional de todos os estados brasileiros se encontram para discutir educação. Sua missão é reunir pessoas, práticas e tecnologias para maximizar o aprendizado dos alunos brasileiros.

É na Bett Educar que encontramos os maiores sistemas de ensino no Brasil, empresas de tecnologia com propostas inovadoras para o ensino e visitantes interessados em conhecer essas novidades, como o Ateliê Urbano.

Em 2017 também visitamos a Bett Educar e conferimos diversas novidades! Clique aqui  para conferir!

Confira a seguir as mais inovadoras propostas e temáticas que vimos na feira da Bett:

1.Espaço Makers

Uma das tendências que vem crescendo conforme os anos são os projetos de espaços em que os alunos possuem acesso a tecnologias avançadas, como o Fab Lab. Eles a utilizam de forma à aprimorar seu aprendizado. Na Bett, empresas que fazem orçamentos para realizar esses espaços estavam muito presentes. É muito interessante ver como atualmente as crianças são estimuladas em diferentes áreas de ensino.

2. Brincar de viver 

Outra proposta inovadora observada na feira Bett Educar foi a proposta de instalação de espaços que lembram a vida adulta, para que as crianças aprendam as tarefas realizadas no dia a dia e possam saber um pouco mais de cada profissão. Brinquedos e propostas como essa são, além de divertidas, estimulantes de diversas áreas de aprendizado.  Lembra muito o método de ensino Montessoriano, no sentido de que as crianças desenvolvem seu próprio conhecimento baseado em atividades cotidianas.

3. Pimpão

No estande da Pimpão, podemos ver diversas referências criativas! As camas para berçário, que são envoltas de um plástico projetado para que haja um bom encaixe entre as peças são uma ótima solução para quem deseja economizar espaço.

Também na Pimpão encontramos diversas referências de brinquedões que abusam da criatividade e das cores, proporcionando um ótimo aprendizado motor das crianças, além de serem muito bonitos. A Bett Educar é um ótimo lugar para saber os últimos lançamentos e tendências de brinquedões, que ultrapassam o senso comum. São diferentes e variam em forma e tamanho!

Esse outro brinquedão possui uma abordagem diferente, possuindo uma aparência mais rústica. Também é interessante pois estimula diferente habilidades motoras da criança, como por exemplo a escalada.

4. Cadeiras ONE

Essas referências de cadeiras também são uma ótima opção para quem não possui espaço e gostaria de alguma alternativa menos tradicional. Ao fazer o encaixe das cadeiras, elas criam um lindo padrão colorido.

5. Mesa interativa

Já essa mesa interativa, que permite o uso de canetas não permanentes para riscá-la é perfeita para as crianças! Assim possuímos um objeto com dupla utilidade: ao mesmo tempo que é mesa, é também uma lousa liberada para o uso criativo. Essa mesa também permite voltar à sua forma original sempre que quiserem apagar os rabiscos!

Essas foram as inovações criativas da área de ensino que vimos na Bett Educar esse ano! Gostamos muito e esperamos que vocês gostem também! Para acessar o site da Bett e conferir mais informações clique aqui. 

Até mais!

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Waldorf e Montessori: linhas pedagógicas de ensino inclusivo

ensino inclusivoO ensino inclusivo é uma ótima linha pedagógica para escolas que buscam a valorização do emocional, da imaginação e a criatividade.

Os métodos de ensino inclusivo Waldorf e Montessori são revolucionários e inovadores na forma de ensinar. São métodos desenvolvidos fora do modo tradicional de ensino, que valorizam muito mais a individualidade e a formação lúdica e criativa das crianças.

O que poucos sabem é que a metodologia Waldorf e a Montessoriana, apesar de se assemelharem por serem alternativas à educação tradicional, são bem diferentes conceitualmente.

Semelhanças

A grande semelhança que une esses métodos alternativos de ensino inclusivo é a ênfase em diversas inteligências do indivíduo. São elas a educação mental, moral, emocional, entre outras.

A educação tradicional, por outro lado, visa intensamente o desenvolvimento cognitivo e mental. Muitas vezes é excludente para crianças que não aprendem de uma forma simples e habitual.

Já os métodos de ensino Waldorf e Montessori respeitam a individualidade da criança, e ensinam de diversas maneiras, por meio da natureza, da música, da criatividade, entre outras formas. Ambas as linhas também são muito severas com o uso indevido da tecnologia, como celulares e televisões.

Ensino Inclusivo: Método Waldorf

A educação Waldorf foi iniciada em 1919 por Rudolf Steiner, um filósofo austríaco que desenvolveu a metodologia a pedido do dono da fabrica de cigarros Waldorf. Nesse sistema de ensino inclusivo, as crianças são estimuladas a realizar diversas atividades “faz de conta”, onde o professor auxilia a criança a trabalhar suas fantasias e sua criatividade. Não existe repetência e os alunos são agrupados para que recebam uma melhor atenção do tutor.

Durante os primeiros sete anos de vida, os alunos mexem com arte, música e dança, com enfoques especialmente sensoriais.  É uma fase mais lúdica, desenvolvendo o sistema psicomotor, e a alfabetização ainda não é iniciada.

Já na segunda fase, dos 7 aos 14 anos, começam os desenvolvimentos cognitivos aprendidos em escolas tradicionais, como ler e escrever. Também potencializam a imaginação a partir de atividades como escultura, jogos didáticos, música, natação, atletismo e etc. É uma fase que dá enfoque ao ensino emocional, buscando a maturidade das crianças. Um tutor sempre acompanha o crescimento dos alunos da instituição.

Na terceira fase, dos 14 aos 21 anos, a busca é o amadurecimento do pensamento crítico, autônomo. Buscam  a real e a verdade, usam máquinas para realizar artesanatos, costuras, teares, eletricidade, arte cinematográfica entre outras.

Ensino Inclusivo: Método Montessori

O método Montessoriano foi fundado por Maria Montessori, primeira médica mulher da Itália. Trouxe as tarefas diárias dos adultos como brincadeiras para as crianças, para que elas aprendessem a cuidar de si mesmas desde a pré-escola. É um ensino inclusivo focado nas preferências do aluno,  que escolha as tarefas que deve realizar.

Para o desenvolvimento da linguagem e da escrita, entre outras disciplinas do ensino tradicional, foram criados materiais sensoriais. As crianças são introduzidas as diferentes  variações do mundo, usando essas experiências para novas criações. O professor apresenta novos conceitos para pequenos grupos ou individualmente, e as crianças são estimuladas para ensinar umas às outras. As crianças aprendem desde cedo a fazer pesquisas e sempre ir além do que o demonstrado pelo professor.

No método Montessoriano, é muito indicado que as crianças aprendam do modo mais autônomo e individual possível. Deste modo são protagonistas de seu desenvolvimento. Apesar disso, ainda é dever dos pais e professores auxiliar essas atividades, tentando buscar adaptar a brincadeira à realidade.

Essas são as principais características de ensino inclusivo das linhas não tradicionais mais famosas e cultuadas da atualidade. É importante acompanhar diferentes metodologias pedagógicas para manter a sua escola sempre atualizada. Além de estar por dentro da educação inclusiva que prioriza a individualidade dos alunos. É valorizando a diferença que se valoriza a educação!

 

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Inclusão na escola: uma realidade

Atualmente a acessibilidade é uma questão fundamental e muito abordada quando falamos de inclusão na escola. Um aluno portador de necessidades especiais tem o direito de frequentar instituições de ensino que ofereçam instalações adaptadas onde poderá promover sua autonomia e desenvolvimento.

A escola é um ambiente acolhedor de ensino, e por tanto, deve ter responsabilidade com todos os alunos. A atenção deve ser ainda maior em relação aos alunos portadores de necessidades especiais. É importante considerar modificações nos espaços existentes ou um projeto adequado para novas áreas e ampliações. O que é simples e fácil para a maioria das pessoas se torna uma luta terrível para pessoas com algum tipo de limitação e que frequentam espaços não acessíveis, por isso a inclusão na escola é algo tão imprescindível.

  1. Pisos inclinados ou em espaços com escadas.

Quando se possui mobilidade reduzida nas pernas, é quase impossível subir e descer escadas para acessar aos outros andares. Portanto, a primeira modificação é providenciar a criação de rampas ou a instalação de elevadores, além do nivelamento de pisos.

Os pisos devem ser antiderrapantes para evitar acidentes. As rampas e escadas devem ser acompanhadas de corrimãos ou barras de apoio que sigam o desenho estabelecido por norma.

  1. Portas e corredores largos para a passagem de cadeiras de rodas

Para que haja inclusão na escola, é necessário ampliar as medidas dos corredores e portas, pois, muitas vezes, eles impossibilitam o acesso de cadeirantes.

As portas de vem ter pelo menos 80 cm de vão livre para a passagem da cadeira.

  1. Maçanetas do tipo alavanca, para facilitar o acesso de pessoas que possuem mobilidade reduzida na região dos braços

Para pessoas que possuem mobilidade reduzida nas mãos é importantíssima a troca das maçanetas. As barras do tipo alavanca são ideais, pois seu uso depende apenas da força aplicada, e não de movimentos mais complexos, como o segurar e o girar.

 

  1. Tomadas e interruptores de luz na altura adequada

Tomadas e interruptores de luz na maioria das vezes não estão na altura ideal para portadores de necessidades especiais. O interruptor deve estar entre 0,60 m e 1,0 m de altura e a tomada entre 0,40 m e 1,0 m de altura.

  1. Sanitários

No banheiro a adaptação das instalações exige um trabalho cuidadoso e que contemple todos os detalhes. Para isso temos:

  • Torneiras deverão ser de pressão, de forma que seja mais fácil acionar seu uso;
  • Altura da bacia sanitária – esta deverá ser de até 46 cm. Isso facilita a transferência do cadeirante da cadeira para o vaso e vice-versa e evita quedas e acidentes mais graves.
  • Instalação correta de barras de apoio – devem atender às normas da ABNT, tanto quanto às suas dimensões e alturas variando conforme suas funções, como também devem ter como matéria-prima o aço inox ou o alumínio, de modo que não haja a corrosão das peças e possíveis acidentes.

Para haver inclusão na escola, também é importante ressaltar que deve existir um sanitário acessível em todos os andares dos prédios.

Se você quiser sabe um pouco mais sobre sanitários acessíveis veja nosso vídeo sobre este assunto no Youtube clicando aqui.

  1. Rebaixamento de calçadas

Realizar o rebaixamento da calçada para melhor acesso do cadeirante, que não tem acesso (ou esse se torna difícil) quando a calçada e a rua são desniveladas.

  1. Disposição de mobiliários correta para a circulação plena de cadeirantes

Para uma livre circulação da cadeira de rodas é essencial que a disposição dos móveis crie um espaço amplo e aberto. Nenhum obstáculo deve impedir a passagem.

  1. Reserva de vagas no estacionamento para pessoas portadoras de deficiência e a sinalização com placas para identificá-las

Para acessibilidade de deficientes físicos importante que os estacionamentos possuam vagas próximas à escola, reservadas para deficientes. Essas vagas devem ser sinalizadas de modo possam ser reconhecidas. O trajeto entre o estacionamento e a escola também deve ser acessível. Deve possuir rampas, sem desníveis e com pisos táteis de sinalização.

Estes são alguns dos pontos que podem te auxiliar na adaptação da sua escola em um espaço acessível e inclusivo. A acessibilidade é um movimento sem volta. Não é uma moda passageira, e sim um direito assegurado por lei e que precisa ser cumprido por todos.

Ter uma escola que atenda a qualquer pessoa sem distinção é um ponto positivo para a sua instituição. Compreender a limitação do outro é oferecer uma estrutura que promova igualdade e a segurança.

Se você acha que a sua escola também merece participar deste movimento de respeito ao próximo, entre em contato com a nossa equipe! Será um prazer fazer parte desta transformação.